Compositor: Jorge Drexler
Porque, entre segunda e terça-feira
Sobra tempo pra precisar de você
Porque me engano se digo
Que o seu olhar não foi minha maior prova
Porque, mesmo que já não me machuque
Às vezes, procuro seu nome na minha cartola
Porque o esquecimento ainda não chegou
Pra levar embora o último dos seus casacos
Pelos beijos que ainda temos guardados na boca
Pelas milhares de homenagens que trocamos
Por nadar e nunca guardar nossas roupas
Pelos dedos brincalhões do destino
Porque fomos o que fomos
Porque fomos o que fomos
Porque, já que é pra confessar
Ainda tenho medo de te ver de perto
Porque, quando me distraio
Alguma lembrança me atropela no corredor
Porque não posso negar pra você
Que te amei sem querer e mais do que a qualquer um
Porque meu doutor avisou
Que você é proibido pra esse coração
Pelos beijos que ainda temos guardados na boca
Pelas milhares de homenagens que trocamos
Por nadar e nunca guardar nossas roupas
Pelos dedos brincalhões do destino
Porque fomos o que fomos
Porque fomos o que fomos
Pelos beijos que ainda temos guardados na boca
Pelas milhares de homenagens que trocamos
Por nadar e nunca guardar nossas roupas
Pelos dedos brincalhões do destino
Porque fomos o que fomos
Porque fomos o que fomos
Porque fomos o que fomos
Porque fomos o que fomos
Porque fomos o que fomos
Porque fomos o que fomos
Porque fomos o que fomos